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Encomenda de droga é descoberta

ao atender telefone celular de suspeito detido por policiais

Queriam impedir policial  de atender telefone de suspeito

 

Policiais militares receberam a informação de que dois homens estariam vendendo drogas e foram até o local para averiguar a denúncia. Ao avistar a viatura, os suspeitos tentaram fugir, mas um deles foi capturado. Ele estava com duas blusas, duas bermudas e aparelho de telefone celular, que tocou no momento da abordagem. Um dos policiais atendeu a chamada e o interlocutor disse que queria comprar drogas.

A defesa, na Justiça queria classificar isso como interceptação telefônica.

A ação do policial que aborda uma pessoa suspeita, atende seu telefone celular e constata a ocorrência de um crime não pode ser classificada como interceptação telefônica. Para a maioria dos ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a interceptação telefônica é a captação de conversa feita por um terceiro, sem o conhecimento dos interlocutores.

Claro que todo cidadão deve ter o direito à defesa, mas querer que a ação policial decaracterizasse a prova do crime, já é demais!

“Em nenhuma passagem dos autos consta que o militar tivesse se valido de qualquer ardil, como, por exemplo, mentir sua identidade, ao conversar com o interlocutor”, cita a decisão, no STF. Havendo interesse, leia mais.

 

Postado em 08/04/2013

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