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Balanço de brinquedo ou balanço sério?

Quando uma pessoa jurídica busca crédito junto a instituições financeiras é praxe que dela sejam solicitadas garantias para a concessão. Dentre as garantias uma é que apresente o Balanço Patrimonial, outra a Declaração do Faturamento dos últimos 12 meses.

Para quem tem na contabilidade o registro fiel dos fatos, fica tudo bem, mas para alguém que, eventualmente, não emita notas fiscais para tudo o que vende, o Balanço não corresponderá à realidade e muito menos a Declaração de Faturamento expressará o montante efetivo dos negócios. Daí surge a conversa no ‘pé do ouvido’ com o gerente do banco.

Há instituições, e já ocorreram situações de indisposição de clientes que nos fizeram saber, que o gerente solicitou para apresentar um ‘balanço gerencial’. Balanço gerencial? O que é isso? Uma fraude contábil? Uma fraude fiscal? Ah, além do que o cliente apresenta para a contabilidade dever-se-ia acrescentar o que ele ‘esconde’ e daí gerar novo balanço? Bonito, né?! E ainda ao final o profissional deveria assinar para ter valor? Não. Mas é só para arquivo do banco. Qual é?! Mais do que um ‘balanço gerencial’, há clientes que vêm dizer que o gerente do banco pediu uma Declaração de Faturamento Fiscal e Gerencial. Da mesma forma é uma fraude! Por certo esses bancos ‘arquivam’ o Balanço Patrimonial, para fins de auditoria, mas baseiam a concessão de créditos nos tais documentos ‘gerenciais’. O pior é que houve cliente que não atendemos em sua solicitação, o qual foi a outro profissional e dele obteve o documento, entregou ao banco, obteve o crédito, e depois nos disse que nós é que tínhamos má vontade em atendê-lo.

Anualmente o Conselho Regional de Contabilidade - CRC-PR realiza fiscalizações, buscando abranger todo o universo de profissionais e organizações contábeis estabelecidos, se não anualmente, mas a cada dois anos, ocasião em que são solicitados livros Diário, para comprovar que a Contabilidade efetivamente está sendo feita e está em dia; as DECORE’s – Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos; as cópias de Declarações de Faturamento, aliás, dessas o Fiscal do CRC já traz algumas junto, só para conferir as informações prestadas. Havendo irregularidade ou serviço que esteja atrasado, é dado pequeno prazo para que, no seu interesse, ponha o serviço em dia e o apresente à Fiscalização.

De que adiantaria o profissional ter jurado no dia da colação de grau para, depois, prostituir-se com a prestação de serviço e/ou informação não oficial?

Quem se preza, quem pensa em ter um futuro promissor, não entra nessa de ‘fajutar’ balanço.

Desde o advento do atual Código Civil, já houve situações em que clientes tiveram que ser ‘convidados’ a buscar o atendimento por outro profissional

Edvino Borkenhagen

 

Classe contábil busca mais reconhecimento!

Se as instituições financeiras não reconhecessem documentos não oficiais, prestariam um ótimo serviço pela valorização da classe contábil. Os clientes da BORKENHAGEN conhecem o rigor com que tratamos sua documentação. Agir legal, é legal !!!

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O fone da contabilidade

 

Coluna do Mensageiro - Registro 0123526, 18/08/2003, Títulos e Documentos

ANO XVII, Mensagem 850

Veja na imprensa, em 07/11/2014, clicando aqui.

Ao folhear a Gazeta, veja a Coluna na página a8.


 

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