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Escravo, eu? Jamais!

Quando vemos e ouvimos chamamentos do governo ou de entidades que incentivam o empreendedorismo, logo associamos a ideia a voluntários que se dispõe a auxiliar os que buscam uma oportunidade para melhorar de vida. Exemplo bem claro disso pudemos ver o SEBRAE e o SESCAP, ano passado, tendo formatado parceria para atendimento privilegiado aos cidadãos que vinham atuando sem formalizar-se. O que é formalizar-se? O que é ser informal? É aquele que trabalha ‘frio’, por conta, seja prestando serviços, seja tendo um pequeno comércio. Então surgiu o tal do MEI – Micro Empreendedor Individual. A ACIFI encampou uma ação no salão paroquial da Igreja Católica, Matriz. Foi possível dar titulação de ‘formalizado’ a 333 cidadãos que conseguiram a inscrição no CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, que é o registro na Receita Federal. A partir daí poderiam ter alvará de licença, e emitir nota fiscal, desde que não estivessem estabelecidos em área não permitida pela legislação municipal (invasão em área verde, ou atividade que produza muito ruído, barulho, que estivesse em área residencial, ou perto de um hospital, onde o silêncio fala mais alto).

Recentemente foi inaugurada a Casa do Empreendedor, uma solenidade muito prestigiada por autoridades que apoiam a iniciativa da Prefeitura. Novamente conta com parceria de empresas de contabilidade representadas pelo SESCAP, que dão plantão diário, por escala, sem cobrar nada a quem busque orientação, informação e a legalidade. Isso precisa ser dito a quem ainda não tem sua “firma”, ainda não tem seu “CGC”, como ainda é conhecido o CNPJ.

Sim, mas o que é que isso tem a ver com o título: “Escravo, eu? Jamais!”? Pois é! Empregados, prestadores de serviços autônomos, comerciantes, todos temos uma autoridade acima de nós. Se esta autoridade atua por leis justas, nós temos um bom relacionamento. Se as leis não forem justas, é conseqüência de má escolha de vereadores, de deputados, de senadores, ou de falhos projetos por estes apresentados ou votados. Então se as leis não forem justas, elas podem impor uma carga muito pesada sobre quem produz, quem negocia, quem presta um serviço. E daí o que acontece? O descontentamento provoca um repúdio aos governantes, falta de estima, ou até falta de respeito. Se a imprensa noticia que uma greve ocorreu, pode ser que estejam reivindicando por dignidade, o que nem sempre é, mas quem reclama o está fazendo porque se sente escravo. Aí vem o pensamento: “Ruim com ele, pior sem ele!” Aceitam manter-se no emprego (mas não produzem adequadamente), aceitam pagar os impostos (mas sonegam o quanto podem), preferem correr o risco de uma punição pelo patrão, ou a visita fiscal e a conseqüente punição, do que agir de acordo com o pactuado/contratado.

Ninguém será escravo de alguém, se houver respeito mútuo e valorização da cidadania!

Edvino Borkenhagen

ESTÁ UM PAÍS QUERENDO

GOVERNAR O MUNDO?

A escravidão econômica imposta por países ricos aos em desenvolvimento, aos emergentes, não tem tronco, mas tem embargos, tem taxação de produtos, o que fragiliza e escraviza os mais fracos. Aprecie intromissões no governo de outros países!

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O fone da contabilidade

Coluna do Mensageiro - Registro 0123526, 18/08/2003, Títulos e Documentos

ANO XIII, Mensagem 668

Veja na imprensa, em 13/05/2011, clicando aqui.

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