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Partiu perdoado de seus pecados!

Missão cumprida!

Otto Borkenhagen descansou em paz!

 

Na quarta-feira, 02 de setembro de 2015, às 15:26h, no Hospital Bom Jesus, de Toledo - PR, rendeu o espírito o nenê do casal Carl Adolf Borkenhagen e Berta (Steinke) Borkenhagen, nascido em 06 de junho de 1925 e chegado ao Brasil a 25 de outubro de 1927, com a idade de 2 anos.

Deixou enlutada a esposa Edith Theresa (Lenz) Borkenhagen, com quem casara em 14 de junho de 1947. Ela natural de Ubiretama - RS, filha de Adolf Lenz (Lentz) e de Melita (Mertens) Lenz.

Também sentem sua partida os filhos, os agregados e seus descendentes.

 

No sítio da Borkenhagen Contabilidade foi lançada a seguinte chamada:

 

SEPARAR, DÓI?

Se você separar as duas metades do caroço de um abacate, não sentirá dor, mas a perda, pois não vai mais germinar, não vai mais lhe dar uma nova planta.

Se um casal se separa, digamos por incompatibilidade de gênios, pode ocorrer que ambos se mantenham amigos, mas não mais gerarão um novo ser dentro do matrimônio. Se nascer, será ilegítimo, fruto do pecado.

Agora quando você perde um ente querido, com quem viveu a vida toda, daí é diferente.

Nosso diretor institucional, Edvino, perdeu, dia 02, seu pai de 90 anos.

Desculpa não haver atualização do sítio, naquela semana! Foi importante estar lá!


 

Pequena biografia do falecido

 

Otto Borkenhagen

Nasceu em 06 de junho de 1925 em Gumbinnen, na Prússia Oriental, onde também foi batizado.

Na foto ao lado temos o Gumbinner Elch, símbolo da cidade de Gumbinnen.

Otto, pois, chegou com seus pais Carl Adolf Borkenhagen e Berta (Steinke) Borkenhagen, em 25 de outubro de 1927, no Porto de Santos - SP;

Após 1 ano de trabalho da família, em cafezal dos Matarazzo, em Sertãozinho – SP, transferiram residência para Linha Oito – Ijuí – RS hoje município de Coronel Barros. Mais tarde alguns foram para Itaí, Santo Ângelo e Santa Rosa. Foi em Santa Rosa que Otto obteve a naturalização como cidadão brasileiro. Em 1969 a família de Otto e Edith mudou-se para Nova Santa Rosa - PR, residindo à Rodovia PR 491, saída para Marechal Cândido Rondon;

Otto estudou o curso primário na Escola Evangélica Luterana São João, de Santa Rosa – Rio Grande do Sul;

Foi confirmado em 02 de abril de 1939, na Congregação Evangélica Luterana São João, de Santa Rosa – RS, pelo Rev.Emil Krieser;

Casou com Edith Theresa (filha de Adolf Lentz e Melita (Mertens) Lentz), em 14 de junho de 1947, em cerimônia realizada pelo Rev.Erwin Rieger, em Santa Rosa - RS;

Sua atividade laboral inicialmente foi a lavoura. Disse ele que para conquistar a moça dos seus sonhos trabalhou na ferraria do futuro sogro. Mais tarde atuou como carpinteiro, tanto no RS quanto no PR (o que lhe rendeu o câncer de pele). Já na melhor idade voltou a cuidar de sua pequena lavoura, uma chácara onde inicialmente havia 2/3 de mata nativa, sendo hoje mecanizada, restando 1/4 parte para a residência e seu entorno, com pomar diversificado, com 2 bosques de reflorestamento como proteção contra os fortes ventos, e onde o cultivo sempre foi na enxada, sua grande aliada no dia-a-dia, a qual, aliás, foi a ferramenta-chave para que ele nunca tivesse sintomas de Alzheimer;

O casal teve 7 filhos, todos ainda vivos: Erica, Helma, Edvino, Traudi, Osmar, Marli (nascidos no Rio Grande do Sul) e Marlene (nascida no Paraná);

Pelos filhos ainda lhes restam como noras e genros: Maria (esposa de Edvino), Hélio (esposo de Traudi), Sueli (esposa de Osmar), Osmar (esposo de Marli) e Nelson (esposo de Marlene);

Estes filhos lhes geraram 19 netos:

- Filhos de Erica - Clara casada com Milton, Oto casado com Franciele e Luiz casado com Renata;

- Filhos de Helma – Jair casado com Márcia, Jairo casado com Rosane, e Joel casado com Zenaide;

- Filhos de Edvino - Eunice (viúva de Edson), Melissa casada com Cledson, Adolf casado com Luciene, Martin casado com Kátia e Patricie casada com Diego;

- Filhos de Traudi – Mara, e Luiz casado com Graziela;

- Filhos de Osmar – Odan casado com Raquel, Airton e Éverton;

- Filhos de Marli – Nubieli casada com Lauri, e Pedro; e

- Filha de Marlene - Sara;

Estes lhes geraram os seguintes 18 bisnetos:

- da Erica: Gustavo, Giovana e Giovani; Mateus e Davi;

- da Helma: Fabrício e Fábio, Douglas, e Tatiane;

- do Edvino: Emilly, Thiffany e Kevyn;

- da Traudi: Enzo e Luiz;

- do Osmar: Murilo;

- da Marli: Henrique, Fernanda e Rafael

 

Vivência em comunidade

Otto e Edith são co-fundadores do Clube de Idosos 25 de Julho, sempre ativos nos cultos.

A fundação do clube, com 12 pessoas, ocorreu nas dependências da Igreja Batista Independente e teve como dirigente inicial Gustavo Boiter.

Os primeiros músicos foram: Wandratsch, Strei, Schmidt, Zimmermann e o maestro Boiter.

Edith também é co-fundadora do Coral dos Idosos.


 

Por ocasião da cerimônia fúnebre de corpo presente na Igreja Evangélica Luterana São Mateus, de Nova Santa Rosa - PR, oficiada pelo pastor Jonas Schultz, foi lido pela Patricie Rebeca Borkenhagen Bueno, neta do falecido, o texto preparado para o evento:

 

O valor de uma família

 

Para sabermos o valor de uma família vou propor uma pequena história:

Um dia um palestrante fez duas perguntas iniciais para a sua platéia:

- Quem tem filhos, erga a mão direita!

A grande maioria ergueu a mão direita.

- Quem tem filhos bobos e feios, erga a mão esquerda!

Os presentes se entreolharam e ninguém foi capaz de erguer a mão esquerda.

 

Assim é comum agirmos em defesa de nossos conceitos.

Podemos nem pensar muito no conteúdo, na profundidade e na abrangência da pergunta, mas estamos prontos a responder de acordo com nossa convicção e nossas conveniências.

 

Os casados poderiam transportar-se em pensamento para a época do namoro, ou a pergunta seguinte poderia ser dirigida aos namorados: Ao perguntar-se quem tem namorada, a resposta poderia ser um uníssono EU, agora se a pergunta fosse para saber quem tem namorada boba e feia, certamente ninguém diria EU.

Então quando te perguntarem qual é a família mais linda, não titubeia! Confirma que é a TUA!

Depois vai ver se encontras algo a corrigir. Mas corre para que ninguém aponte as falhas que tu não tenhas percebido, tá?!

 

"A família mais linda é a família à qual eu pertenço!", deve ser a resposta de cada qual.

Quando te distanciares de alguns parentes, procura voltar a visitar os que não viste há mais tempo.

Todos os familiares têm algo a contar, a registrar.

Desta forma o ‘livro da história’ de tua família, deve ser escrito com boas iniciativas, com boas ações, com dignidade e reciprocidade.

Procura reler as páginas escritas pelos teus antepassados, para saber por que estás no mundo, por que foste gerado/a e o que a Família espera que tu deixes registrado para as futuras gerações.

 

A história de nossa vida merecerá um título não de acordo com o nosso querer, mas de acordo com a percepção das pessoas que nos rodeiam.

Se o saldo de boas ações estiver a nosso favor, o título será muito bonito, agora se o saldo for negativo, nem pense no título que sua história poderá merecer!

Autor: Edvino Borkenhagen


Homenagem na imprensa

Jornal a Gazeta do Iguaçu - Coluna Mensageiro, de 04/09/2015 e de 11/09/2015.

Tenha mais informações, lendo as publicações acima!

 

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