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Oeste Compra Oeste - Evento de orientação

Nossa chamada a todos os clientes:

(por e-mail) em 14/08/2015:

 

Não agende outro compromisso para dia 19 !!!

Olá!

 

Acesse www.borkenhagen.net e saiba o que vai acontecer.

É impactante!

É para revolucionar Foz!

É para mexer com as finanças de quem quer vender!

Não esqueça de ler o CONVITE !!!

 

--

Edvino Borkenhagen

Diretor Institucional


Chamada na tela de abertura:

 EVENTO IMPERDÍVEL.

 

Empresas da Região Oeste têm a oportunidade de vender para órgãos públicos e entes privados, desde que se apresentem.

Se é o seu caso, sinta-se convocado/a a um evento que poderá render dinheiro no seu Caixa.

19/08 - 18:h no Recanto Cataratas. Leia o Convite!

Publicado em 14/08/2015


 

Registros:

Antes de mais nada temos que parabenizar os entes envolvidos no Programa Oeste em Desenvolvimento.

Parabenizar também os entes que promoveram o evento: Oeste Compra Oeste!

Foi uma oportunidade ímpar para quem quer ver mais dinheiro no "Caixa", e oportunidade para acalmar os empreendedores que sabem muito bem reclamar da situação, reclamar das políticas públicas, reclamar da concorrência, mas que se omitiram de participar.

Vai ver que os que não não foram ao evento, não ficaram sabendo (apesar da divulgação), não entenderam o chamamento (talvez a mensagem não foi clara), não se interessaram por vender mais (pois já vendem tanto quanto é sua capacidade e não querem desafiar-se a crescer), não querem transacionar com entes públicos (tem informação de que há atrasos no recebimento), ou por outro motivo desconhecido.

 

Obrigado a você que aguardou!

Obrigado a todos que já acessaram este sítio na busca dos registros prometidos na tela de abertura!

Pelos apontamentos de nosso Diretor Institucional, Edvino Borkenhagen, elaboramos esta publicação de forma didática.

Não temos a intenção de aqui trazer um retrato do evento, pois isso cabe aos organizadores e à imprensa, mas apontamento confiáveis e que julgamos importantes.

a) - Por que o evento foi preparado? Para que os empreendedores, seja do comércio, seja da prestação de serviços, saibam que há possibilidade de vender seus produtos na Região. Também para que os entes compradores percebam que há interessados em vender.

b) - Como se habilitar? Fazendo cadastro junto aos entes compradores.

c) - Como se capacitar? Fazendo curso no SEBRAE, para saber dos riscos e ver que a licitação pode ser um novo canal de vendas.

d) - Um nome de confiança? Jorge Samek, se disse muito entusiasmado com o "Oeste em Desenvolvimento". Tudo aquilo que o oeste pode comprar do oeste deve fazê-lo. Também destacou: "Não sou xenófobo, mas valorize o oeste!". Observou que a AF - Agricultura Familiar pode fornecer alimentos para escolas e creches; que iogurte e água para os hotéis pode ser fornecido por empresas do Oeste; e que a Frimesa que hoje tem capacidade para abate de 8 mil suínos/dia está com planta projetada, em Assis Chateaubriand, para 12 mil suínos/dia. O mundo cresce, o mundo precisa de alimentos, o mundo pode obter muitos alimentos da Região Oeste, disse.

e) - Um justificativa? Toda vez que se compra fora da região, fora do município, acaba saindo dinheiro do nosso território. Se órgãos públicos de fora da região, então o que os munícipes recolhem de ISS, IPVA e ICMS, vai pagar conta em outra região, ou outro município.

f) - Um depoimento? Desde 2013, afirmou Laudelino Pacagnan, a Casa Vitória e o Ponto do Fogão aumentaram significativamente suas vendas a entes públicos, graças à orientação e apoio do SEBRAE. Hoje não vende um volume maior porque sua capacidade não permite. Reconheceu o que Adriano Hammerschmitt, da Área de Compras da Itaipu, disse que para vender para a Itaipu, o pretendente deve ter organização, habilitação e informação e também saber o que pode ser vendido à Itaipu. Laudelino ainda frisou que do total de 20.000 itens que as lojas possuem, antes vendiam apenas 2 ou 3 itens. É preciso se tornar conhecida. É preciso fazer o cadastro de fornecedor.

g) - O que vender? Quem quer vender precisa saber o que o outro quer comprar.

h) - Uma constatação? Dos US$ 145.084.206,18 de compras da Itaipu, 50% foi do lado brasileiro; 15% de municípios da Bacia do Rio Paraná 3; 10% de de contribuintes de Foz do Iguaçu; e 5% de contribuintes da região Oeste. Os prazos de pagamento variam entre 15d., 20d., 28d., e 30d.

i) - Compras do Município? Em 2014, segundo Sandro Marcon, Foz do Iguaçu comprou R$ 156 milhões, sendo o pagamento em 30 dias após o recebimento da nota e da mercadoria, ou serviço. Em 2015 o total de compras veio de 39 fornecedores locais e 108 fornecedores de fora.

j) - Compras de entes privados? Como exemplo, a hotelaria, que necessita, e pode ser servida, material de limpeza, alimentos em geral, mas destaque para carne bovina, de suínos e de frangos, e material de construção, seja para construções novas ou para reformas. Só para empregados a rede fornece 12 mil refeições/dia. Empresas de fora estão vendendo direto para a hotelaria. A capacidade para 2017 é de 27 mil leitos. Quer mais? Se o seu négócio pode atender essa área então preste atenção se já procurou oferecer seus produtos aos propensos compradores!

k) - Incentivo legal? a Lei 123/2006 determina que compras de valor até R$ 80 mil tem que ser de MPE's (Micro ou Pequena Empresas)e acima de R$ 80 mil, deve reservar 25% para MPE's. Uma grande empresa pode ganhar uma licitação, mas deve subcontratar uma MPE para o fornecimento do percentual estabelecido em lei. Ainda pensa em perder oportunidades de aumentar seu Caixa?

l) - Sustentabilidade das MPE's? Para quem sabe muito bem reclamar do governo, observe que o preço, de acordo com a Lei 8666/93, não é mais o fator mais importante. Precisa propiciar crescimento e sustentabilidade às MPE's. Toda vez que uma MPE realiza uma venda, ele aufere lucro; toda vez que aufere lucro, tende a crescer; toda vez que cresce, pode gerar mais emprego e se manter sustentável, mas precisa organizar-se. Maurício Zanin, do Sebrae, ao falar das Compras Governamentais, deixou muita gente animada, com os esclarecimentos legais que forneceu. Quem perdeu, perdeu!

m) - E a Agricultura Familiar? Claro que esse item não poderia faltar em se realizando um evento na região com característica agrícola! Gabriel Specht, do Programa Mundial de Alimentos - PMA, Agência da ONU, explanou o que vinha acontecendo no mundo e como os recursos eram aplicados, às vezes até em lugares que tinham suficiência de alimentos. Abordou o Programa Compras para o Progresso - P4P. Disse que no Brasil a Agricultura Familiar tem como norte a Lei 11326/2006 que define as condições para quem quer e quem pode fornecer produtos. Ao abordar os Mercados Institucionais, tratou do PNAE e observou que a Lei 11947/2009 determina que ao definir preço, o comprador buscará a média de 3 preços de venda em mercado local ou regional. Isto quer dizer que pagará ao Agricultor Familiar - AF, não o valor pelo qual o mercado dele compraria, mas o valor pelo qual o mercado vende esse produto. É bom, ou quer mais? Então quando se ouve e vê a balburdia orquestrada contra o governo, observe que os promotores não consideram as melhorias implementadas para os produtores. Isso também precisa ser registrado! "Toda vez que você aponta o dedo contra alguém, lembre que há três voltado contra você!"

n) - Quem compra de AF? Pelo PAA, como esclareceu Specht, restaurantes, hospitais e creches, entre outros podem comprar até R$ 6.500,00 de cada AF, na modalidade "Compra com Doação Simultânea". Isso significa que deve ter um Termo de Adesão firmado entre o MDS - Ministério do Desenvolvimento Social, e a Prefeitura ou o Governo do Estado. Feita a compra o MDS libera a doação simultaneamente. É venda segura. É dinheiro do Governo Federal incentivando a Agricultura Familiar.

o) - Outra modalidade de compra de AF? Sim, também existe a modalidade de "Compras Institucionais", pela qual os órgãos públicos podem comprar com recursos próprios, não tendo a doação pelo MDS. Nesse caso pode dispensar licitação, desde que tenha demanda. Os compradores seriam as Forças Armadas, os Hospitais Públicos as Universidades Públicas, entre outros.

p) - Há muitos AF's habilitados? Em 2012 constavam 120 mil habilitados, os quais totalizaram R$ 900 milhões de vendas. Satisfeito?

q) - Que benefícios há para a AF? Comprar dos AF's aproxima a produção do consumo; gera efeitos sobre a economia local; e propicia aprendizado para os produtores. Sim, os produtores terão assistência técnica da EMATER, para profissionalizar a atividade produtiva. Isso nos mostra, outra vez o quanto a opinião pública, muitas vezes, é mal informada. Quantos benefícios, quantos incentivos, não são conhecidos, não são desfrutados e os cidadãos são convidados a reclamarem de tudo e de todos os governantes. Pense nisso!

r) - Há desafios para a AF? Claro que o evento não foi promovido para vender a imagem de que "tudo são flores". Há espinhos: É preciso ter produtos de qualidade; é preciso ter melhor estrutura de beneficiamento e ainda faltam incentivos para melhorar a qualidade. A legislação precisa der adequada, para facilitar a vida e a venda dos AF's - Agricultores Familiares, para que se especializem e que tenham segurança em ofertar bons produtos e receber o preço justo, no prazo adequado.

s) - Há segurança nas licitações? Para fechar com chave de ouro o evento "Oeste Compra Oeste", Edilson Gonçalves Liberal, Analista de Controle do TCE-PR - Tribunal de Contas do Estado do Paraná, tranquilizou e motivou os presentes na participação para o bom funcionamento do TCE. Esclareceu que o TCU tem 7 ministros enquanto que no TCE a composição é por 7 conselheiros. Não vamos reescrever sua fala, mas registre-se que ele disse que qualquer cidadão ao perceber falha em alguma licitação pode, e deve, impugnar o processo licitatório, o que pode ser feito por uma Representação ou por uma Denúncia. Não importa como o cidadão se manifestar. Se ele faz uma Denúncia, mas é interpretado que vem a ser uma Representação, lá no TCE merecerá o tratamento de Representação. Quem não quer aparecer em processo de impugnação pode efetuar uma Reclamação, na Ouvidoria. Uma informação interessante para o público de Foz, é que dos R$ 240 milhões de compras fiscalizadas pelo TCE, apenas 47% foram de estabelecimentos do município e 21% foram de MPE's. Poderia ser bem melhor o quadro se os vendedores tivessem cadastro, se se habilitassem e ofertassem seus produtos. A título de ilustração, o Analista Edilson destacou que, com a enxuta equipe do TCE, de 615 servidores foi possível, por exemplo, evitar gasto desnecessários de:

- R$ 18 bilhões no Metrô de Curitiba;

- R$ 1 bilhão com Resíduos Sólidos, em Maringá; e

- R$ 11,7 milhões com Serviços de Pavimentação, em Foz do Iguaçu.

 

Guarde bem: O que você vende é de interesse dos compradores públicos? Se é, você já se cadastrou como fornecedor?

 

Desculpem se os registros ainda não foram convincentes de que alguém perdeu ao não participar de vendas que poderia ter feito, ou de que alguém perdeu por não ter participado do evento.

Mais informações procure os entes organizadores!

Se alguma falha cometemos no apontamento e publicação, nos informe para que façamos a correção imediata. Clique aqui.

 

Registrado em 20/08/2015

 

Publicações que não pesquisamos:

Jornal de Itaipu Eletrônico - link

Sítio Oeste em Desenvolvimento - link

 

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