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Dia do Gaúcho

Entre 1835 e 1945, o Rio Grande do Sul, governado pelo Regente Feijó, viveu um período tenso, derivado do descontentamento político, gerado pela diferença de ideais políticos entre republicanos (liberais) e conservadores (imperialistas).

Foi a mais longa guerra civil da história brasileira. Para um estado já esgotado de tantas guerras, o Rio Grande, sem fronteira definida, pois era impossível dizer onde terminava o Brasil e onde começava a República Oriental do Uruguai, em organização, sem receber as indenizações do governo Imperial, rebelou-se. Os liberais descontentes, empobrecidos, foram à luta esfarrapados, pelo que passaram a ser tratados como farroupilhas, ou farrapos. Daí resulta que o movimento é conhecido como a Guerra dos Farrapos - a luta de um povo empobrecido pelo governo imperial e pelas seguidas guerras, mas com "brio de brasileiro".

A revolução explodiu em 19 de setembro de 1935. Depois de Porto Alegre ser tomada, em 20 de setembro de 1836, pelos revoltados, foi proclamada a República Sul-Riograndense (separada do resto do país).

De 1840 em diante, 2/3 do exército brasileiro guerreavam com os farrapos.

Em 1º de março de 1845, Duque de Caxias representando os imperialistas, e as forças farroupilhas - os republicanos - assinam o acordo de paz, tendo como condições (algumas): que o governo imperialista pagasse as dívidas do governo republicano; que os escravos que combateram nas tropas republicanas fossem considerados livres (a Lei Áurea só apareceu em 13 de maio de 1888).

Mas e da Revolução Farroupilha para o Dia do Gaúcho o que há em comum? A palavra "gaúcho" inicialmente designava os ladrões de gado e os malfeitores - "os homens sem lei e sem rei". Eram os "guacho", que significa "órfão" e refere-se aos filhos de índia com o branco espanhol ou português. Somente em meados do século XIX o termo deixou de ser depreciativo.

 

O povo do Rio Grande, na maioria, da região da revolução, lidava com gado, e a acepção do termo "gaúcho" foi natural.

Portanto a data de 20 de setembro, o chimarrão, o "tchê", a abolição da escravatura, e algumas cositas mas que o Brasil inteiro pode desfrutar, devem-se ao "gaúcho", um ser bifronte: campeador e guerreiro.

Conta a história, também, que certo riograndense, preso pelos índios, antes de ser morto, pede que lhe permitam um último desejo. Trazem-lhe seu instrumento de cordas, ele toca e canta, ao que exclamam: -"Gaú-che! Gaú-che!" ....o que significa: gente que canta triste. Seu cantar o livrou da morte. Assim teria surgido o primeiro "gaúcho".

Se tu quiseres saber mais, a Internet está aí para te satisfazer. Faz umas consultas, tchê!

Ah, se queres saber sobre o chimarrão, que, aliás tem data comemorativa, clica aqui.

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