|
Mensagem Nº 04 -
Edição Nº 30
O segundo mandamento deixado por Jesus Cristo
é: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Isso explica,
talvez, porque os adeptos de religiões cristãs, frequentemente lançam uma
campanha, ou aderem a uma campanha em favor de outras pessoas. Há que se
registrar que não-cristãos também fazem campanhas, e muito bem elaboradas,
beneficiando, principalmente os menos favorecidos financeira e
economicamente. No início de 2011, no dia 11 de janeiro, chuvas torrenciais
se precipitaram sobre a Região Serrana do Rio de Janeiro, deixando um quadro
desolador, com mortes, perda de bens, inclusive moradias completas. Ainda
era dia 18 de janeiro quando as chuvas caíram em volume inesperado em Santa
Catarina, no Vale do Itapocu. Campanhas foram sendo lançadas, um chamamento
geral à solidariedade, e o povo atendeu. Entidades as mais diversas,
religiosas ou não, conclamaram voluntários para receber, identificar,
enfardar, empacotar, encaixotar, carregar itens como: mantimentos, artigos
de higiene, e água potável.
As campanhas corriam bem até que em 11 de
março foi a vez do Paraná, no litoral, deixando pessoas desabrigadas, pontes
arrebentadas, deslizamento de encostas, interdição da principal rodovia,
pessoas retidas em seus veículos, sem poder prosseguir ou retornar à origem.
Novo chamamento pela Defesa Civil para que a população, o empresariado,
participasse com a doação de itens necessários às vítimas das chuvas. A
resposta foi fraca. Por quê? Porque nos acostumamos muito facilmente à
situação. Uma catástrofe quando se vive anos de calmaria, chama atenção, uma
segunda catástrofe, de proporção menor que a primeira, passa a ser vista
como uma enchentezinha. Agora uma terceira catástrofe, aí sim, a maioria nem
se sentiu sensibilizada. Por quê? Notícias circularam dando conta que houve
desvio de mercadorias que deveriam ter sido entregues às vítimas.
Desde o primeiro momento uma empresa de
contabilidade lançou a campanha “Um Alento em Reais às Vítimas das Chuvas”.
Identificou as entidades de credibilidade, e suas contas bancárias, por onde
poderiam receber doações, e divulgou. Doar em dinheiro, é depositar, e o
dinheiro estar disponível para a Defesa Civil, Provopar, ou outra entidade
poder adquirir, na região da catástrofe o que realmente seja necessário,
fortalecendo também a economia local. Dispensa convocar voluntários Brasil
afora, evita custos e a logística para o transporte, propiciando atendimento
imediato e pontual aos necessitados. As informações de adesão foram boas.
Quem doou em dinheiro está com a consciência tranquila. Conheça a
abrangência da campanha e, se ainda quiser, faça seu depósito. Acesse:
http://www.borkenhagen.net/empresa/campanhas.html.
Edvino Borkenhagen – bsc@borkenhagen.net
Contador iguaçuense com 28 anos de experiência
Visite a página do jornal, clique aqui e confira outras matérias. |